Episódio 41 – A música da minha vida por Anna Murakawa
Conversamos com a Anna Murakawa, uma jovem paulista que nos conta a sua jornada de batalhas árduas desde a sua infância humilde no Brasil, mas que ganhou o mundo aprendendo a tocar violino com toda a dedicação e vontade da vida.
Hoje, após uma longa história que envolve países como Bulgária, Estados Unidos e hoje a Austrália, onde concluiu o seu doutorado, a Ana toca em recitais famosos nacionalmente, inclusive no Ópera House. Já participou de shows de famosos internacionais, e continua uma menina humilde, querida e acolhedora.
Vem com a gente escutar essa linda e corajosa história de vida, luta e vitórias de alguém determinada, cujo o objetivo de vida era vencer, custe o que custar!
Instagram da Ana: @annamurakawa.violin
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Este episódio foi editado por Tiago Verde. Instagram: @tiago_verde, Email: vutu.goes@gmail.com
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Episódio 40 – Ansiedade na Quarentena
Conversamos com a psicóloga, PhD e professora Fernanda Lopes, ela que é Gaúcha e mãe do Henrique. Nesse bate papo falamos sobre ansiedade. Quais os motivos que estão nos levando a ficar ansiosos nessa quarentena? E quais as estratégias que a gente pode utilizar para reverter esse jogo e acalmar as nossas inquietações? Como lidar com as crianças dentro de casa por tanto tempo? Bate papo leve e descontraído.
Tá interessado? Bota o fone de ouvido e vem com a gente!
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Episódio 39 – Marketing Digital por Rejane Toigo
Nesse episódio conversamos com a gaúcha Rejane Toigo, especialista em Marketing Digital ela nos conta toda a sua trajetória até quando o mundo da internet invadiu a sua vida. Batemos um papo super descontraído sobre a importância do Marketing Digital para o mundo corporativo e de que forma as pessoas podem usar as redes sociais ao seu favor em momentos de crise.
Está interessado nesse assunto? Então, prepara o fone de ouvido e aperta o play que o episódio vai começar!
Instagram da Rejane: @rejanetoigo
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O dia em que a bola parou!
Meus pais sempre incentivaram eu e minha irmã a praticar esportes e fazer atividades física. O exercício físico faz parte da minha vida, de tal forma que se eu passar alguns dias sem praticá-los, meu humor é afetado; fico impaciente, emotiva e inquieta. Desde que nos mudamos para Austrália, há 4 anos atrás, minha paixão tem sido o vôlei de praia. É na praia, no clube de vôlei onde nós encontramos nossos melhores e verdadeiros amigos aqui em Sydney. É interessante como a paixão pelo esporte é capaz de unir pessoas tão diferentes, dos mais diversos lugares do mundo, mas com um objetivo em comum.
Todos os finais de semana a praia é o nosso ponto de encontro, no momento que eu sinto a bola nas minhas mãos é quando o meu corpo todo vibra internamente, sinto o sol quente na pele, respiro o ar puro perante a beleza do mar, converso e teoco ideias com as pessoas que admiro, é ali que eu me encontro, renovo minhas energias e fico pronta para a próxima. É como se fosse uma terapia, um relaxamento ou uma meditação… Jogar tem um poder incrível sobre mim, me sinto completa, realizada. Os torneios e competições me trouxeram foco, determinação e auto-conhecimento, de modo que me tornei dependente desse esporte. Meu marido diz que quando não jogo fico muito chata e reativa. E o pior é que acho que ele tem razão… Do ponto de vista neurocientífico, quem a gente é, depende de onde a gente esteve, do que a gente pensa e do que a gente faz. Por uma questão evolutiva, nosso cérebro é capaz nos colocar no caminho para conseguir certas coisas que ele considera positivas e assim ele nos recompensa liberando dopamina numa região cerebral chamada mesolímbica cuja a sensação é de prazer intenso. De tal forma que queremos repetir esses comportamentos agradáveis inúmeras vezes.
Desde o mês passado o nosso clube de vôlei de praia está fechado por conta do COVID-19, sem data para retornar, devido a determinação do primeiro ministro aqui da Austrália que diz que não poderá haver reunião de mais de duas pessoas e uma distância social de 2 metros deve ser mantida entre as mesmas. Já são mais de 4 semanas sem jogar e sem ver as pessoas que se tornaram a nossa família aqui no exterior. O isolamento social dessa quarentena tem me mostrado o quanto dependemos uns dos outros afetivamente e o quanto era fundamental a ativação do meu sistema de recompensa cerebral, o qual mantinha a minha região do prazer sendo ativada de forma constante toda vez que eu ia jogar na praia. O fato de morar fora do Brasil, longe da nossa família, já faz uma diferença emocional enorme, uma vez que os nossos filhos crescem sem a presença física dos avós, tios e primos. Agora, temos q nos isolar também da nossa família do exterior e lidar sozinhos com as nossas mais variadas e profundas emoções. Talvez o meu vício não fosse apenas o jogo em si, mas sim o relacionamento com as pessoas, pois sinto saudades das risadas, das conversas, das jantas e piqueniques e da amigoterapia que fazíamos uns com os outros. O prazer de jogar talvez seja consequência de uma união de elementos, porque agora, na ausência deles, mesmo podendo praticar sozinha na mesma praia, não tem a menor graça, nem faz sentido…
Se for verdade que ser feliz e auto suficiente sozinha é fácil, eu terei que evoluir muito nessa vida para me despir dessas “amarras” emocionais do convívio social, pois a mais grandiosa e prazerosa emoção é o amor entre as pessoas.
#jornadadaescritaafetuosa



Episódio 38 – Como ele validou o diploma na Austrália?
Nesse episódio conversamos com o Josué Nolde, um dentista brasileiro que está aqui na Austrália há aproximadamente um ano, e já conseguiu fazer o reconhecimento da sua profissão. Esse não é um processo simples e o nosso convidado conta, em detalhes, qual o passo a passo para se fazer essa validação, bem como quais são as dificuldades e as possibilidades de um dentista conseguir imigrar para cá.
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Instagram do Josué: @dr.josuenolde
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Tudo sobre fazer intercambio com filhos na Austrália!
Quer saber quanto custa fazer um intercambio na Austrália com filhos? Nesse vídeo a gente fala sobre os preços de escolas de criança na Austrália, como funciona o sistema de saúde e também a rotina de brasileiras que moram na Austrália com filhos.
O Vamos Fugir é um blog e um canal feito por um casal apaixonado por viagens! Nós compartilhamos muita informação sobre intercâmbio e vida na Austrália, onde moramos desde 2016. Aqui no nosso canal você vai ver dicas para realizar o seu sonho de morar na Austrália, informações sobre valores e custo de vida, como arrumar emprego, qual o tipo de visto, moradia, escolas de inglês e até mesmo entrevistas com especialistas sobre como imigrar para a Austrália.
Acompanhe o blog e Redes Sociais do Vamos Fugir:
Blog – https://vamosfugir.net.br/
Instagram – https://www.instagram.com/vamosfugirblog
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Episódio 37 – Coronavírus – 20/03/2020
Um vírus que está matando milhares de pessoas e destruindo as economias dos países ao redor do mundo, esse é o COVID-19.
Para falar um pouco sobre esse assunto e tentar entender como estão os países diante disso tudo, convidamos a Eliane Brolese, que mora na Suíça, e o Tiago Verde, que mora no Brasil. Duas pessoas que moram em lugares completamente diferentes para relatarem para nós quais os impactos que o Coronavírus já causou até agora em cada um desses países.
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Como é a adaptação em outro país?
Como é a adaptação em outro país? A palavra já diz: adaptação, resultado da ação de se adaptar. Integração de uma pessoa ao ambiente onde se encontra (Dicio, 2019). Mas enfim, como é esse processo?
Primeiro você precisa ter a mente muito aberta para entender que esse é um processo de transformação, principalmente interno, de se desprender de todos os preconceitos que foram criados até então, de estar aberto à conhecer a nova cultura (isso inclui respeitar as pessoas, obedecer as regras/leis, aceitar como as coisas funcionam).
É normal que você faça comparações com o Brasil, afinal de contas, maior parte da sua vida você viveu lá, e o que você viveu é o que era “normal” (não estou falando da violência, isso é sem argumentos). No começo você vai sentir muitas saudades, da família, dos amigos, de lugares e sabores que você ama e tem uma ligação forte. Mas com o tempo, outros sabores e lugares vão ganhando o seu coração e você passa a se sentir em casa novamente, e não tem nada melhor do que uma casa nova não é mesmo?
A barreira da língua é uma das maiores à serem superadas, sem ela você se sente impotente, por não conseguir se comunicar, mas isso é questão de tempo, e só depende de você o tempo que isso vai durar! Cada um vai sentir essa experiência de uma forma, cada um vem em uma situação diferente, mesmo que no mesmo visto 😜. Outro dia estava caminhando e algumas pessoas passaram por mim de bicicleta, outras de skate, e eu pensei: O meu objetivo é chegar naquelas árvores e eu vou demorar 1 hora porque estou caminhando. Isso vai demorar mais do que para aqueles que passaram por mim de bicicleta e de skate, eles vão chegar primeiro, mas isso não quer dizer que eu não vou chegar, mesmo que fique muito mais cansada do que eles.
E assim é a nossa vida em outro país, alguns vem de bicicleta, outros de skate, outros a pé. Todos podem chegar, uns mais rápido do que outros, mas todos podem chegar. Os que vem de bicicleta são os que aplicam o Permanent Residency (PR) direto do Brasil 🤣, os de skate são os que já tem inglês, a profissão na lista, e conseguiram um sponsor que vai dar o PR daqui a poucos anos 👌🏻, os que estão a pé são os que vieram sem inglês e que tem um longo e cansativo caminho pela frente. Ou seja, mente aberta, foco e não se compare a ninguém!
Episódio 36 – De Nanny à empresária de sucesso e super mãe na Austrália
Nesse episódio conversamos com a Májilly, que vive aqui na Austrália há 10 anos. Ela nos conta como foi toda a sua trajetória, desde que chegou aqui como uma estudante, sem inglês, até se tornar uma empresária bem sucedida, atuando tanto na Austrália quanto no Brasil. Mas além da super profissional, a nossa convidada também compartilhou conosco a sua íntima jornada para ser mãe, a dor e superação da perda da primeira filha Déborah, até a gestação dos gêmeos Liz e Zion. Um depoimento emocionante e de muita fé.
Ficou curioso para ouvir o episódio?
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Instagram da convidada: @majilly, @embuscadoarcoiris e @grupozapme
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