Conversamos com a Priscila Santana, uma Brasileira que veio com a família para a Austrália. Inicialmente morou em Sydney, e depois se mudou para Adelaide, mas lá as coisas não saíram como o esperado. Porque será que não deu certo em Adelaide?
Está curioso para saber? Vem com a gente e aperta o play aí!
Conversamos com o gaúcho Ricardo Toscani, um cozinheiro de mão cheia que encanta a todos com sua simplicidade e criatividade na cozinha. Ele, que apresenta o programa Chapa Comigo na Tastemade Brasil, e tem um o canal no youtube que se chama Culinária Tosca, foi descoberto por um reality show de culinária com uma magnífica receita de omelete!
Se você, assim como ele, mira no bolo mas acerta no brownie, vem com a gente e aperta o play nesse episódio que está super descontraído!
Hoje, como de costume, acordei bem cedo e fui chamar o meu filho para que ele fosse para a escola. Coloquei seu uniforme, preparei o café da manhã e enquanto ele comia eu organizava a sua bolsa, com os lanches e água. Quando cheguei na escola, pela primeira vez ele me deu um “tchau mãe” e foi correndo encontrar os amigos para brincar. Nem olhou para trás! Naquele momento o meu coração, que esperava que ele voltasse, ou que ficasse me olhando de longe, para ter a certeza de que eu ainda estava ali, ficou sem entender. Percebi que o meu bebê está crescendo, e não chora mais porque tem que ir para a escola e vai ter que ficar longe da mamãe. Ao chegar no carro, enquanto colocava o cinto de segurança, me passou um filme na cabeça, de todos os momentos vividos até hoje com a maternidade. A gente sofre para se acostumar com os primeiros dias, aquela rotina diferente e cansativa, de se acordar várias vezes durante a noite, mas quando isso passa sentimos saudade. Nossos pequenos então começam a falar, a comer, e a ter preferências, e vão ficando cada vez menos dependentes de nós. Passamos o tempo todo aguardando esses momentos de independência, mas quando eles chegam o que sentimos é saudade, porque percebemos que a partir dali não somos mais o seu único mundo, e isso dói. Mas, precisamos compreender que não vamos tê-los para sempre “debaixo das nossas asas”, que chegará o dia em que olharemos para as suas camas e eles não estarão mais dormindo nelas, e também não estarão mais bagunçando a sala. Nossos filhos são criados para o mundo, e um dia eles vão viajar sem a gente, casar, morar em outra casa, ou outra cidade, e o que vai ficar são as memórias dos momentos em que os seus olhinhos só enchergavam a gente, das primeiras cartinhas e desenhos engraçados, retratando a família e o amor que eles tem por nós. Ser mãe é aprender a conviver com a saudade, mas que essa saudade seja cheia de lembranças felizes, porque é ai que se fortalece o amor entre mãe e filho, que ultrapassa os limites do tempo, independente de onde eles estiverem.
Conversamos com a Vicka, uma cantora de apenas 24 anos, que ficou famosa depois de escrever a música “pausa”, que reflete tudo isso que estamos vivendo durante a Pandemia. Mas a sua carreira na música começou há muito tempo atrás, com apenas 10 anos de idade, cantando em rodeios no sul do Brasil. Ela que é dona de uma voz que nos hipnotiza e faz a gente se encantar, já integra a seleção de cantores do Midas Music do Rick Bonadio. Em uma conversa descontraída e informal, ela nos conta em primeira mão toda a sua trajetória.
Se vc quer escutar uma história de motivação, determinação e entusiasmo, aperta o play e vem com a gente!!
Entrevista que as periquitas deram para o Sávio (marca ele) em 11/06/2020. Gente, olha essa conversa que tivemos sobre como criamos o podcast e como ele está crescendo!!
Sávio Meirelles, professor de inglês aqui em Sydney.
Depois de morar fora você nunca mais será a mesma pessoa. É muito comum você ter aquele choque de realidade quando se inicia uma vida fora do seu país. Daí vem as famosas crises existenciais: O que eu tô fazendo com a minha vida? Eu não preciso passar por isso! Quero a minha vida de volta!
Deixa eu te contar, você precisa passar por isso, SIM! Toda transformação exige um sacrifício. Mas depois de um tempo, vivendo em um mundo onde você é o que você faz e representa, e não o que você tem, nada mais será como antes. Então chega a hora de voltar, seja para uma visita ou definitivamenfe… É bom que você saiba: Você vai perceber, logo nos primeiros dias, que aquela “vida” que você tinha quando saiu não é mais a vida que você quer ter daqui para a frente. Seja pela sua carreira profissional, seja pela importância que você dava para coisas supérfulas, ou seja pela forma como você se relacionava com a sua família e amigos… com certeza você se tornou alguém diferente.
Fazer intercâmbio é literalmente sofrer uma metamorfose. É uma experiência que te faz se despir de todos os preconceitos que você carregava, que faz você resignificar o sentido da sua vida.
Conversamos com o Casal Lígia e Ulisses, do Vamos Fugir Blog. Eles contam para nós como foi a trajetória deles, desde que saíram do Brasil e deixaram par trás uma vida estável, com o conforto do salário no final do mês de funcionários com rotina de trabalho das 8 às 18h, para abraçar um plano de ser feliz viajando pelo mundo, aberto às oportunidades da vida. Contam como a Austrália entrou nesse caminho, e como o Blog cresceu e passou a ser monetizado. Um casal cheio de expectativas, que abandonou a zona de conforto para viver uma aventura!
Está curioso? Então, aperta o play, vem com a gente e seja feliz.
Vamos falar de despedidas e saudade… Quando alguém pensa em vir fazer um intercâmbio, ou imigrar para a Austrália, um sentimento muito presente é o da saudade, mas o que doe mesmo são as despedidas, ou a falta de oportunidade de se despedir.
Aquele abraço de até logo no aeroporto é muito doloroso, porque você sabe que esse até logo pode demorar meses ou até anos, muitos anos… e isso machuca muito. Dói muito também dar tchau para os amigos que fazemos aqui, e que se tornam nossos irmãos. Eles tem que partir, ou porque o visto deles venceu, por razões pessoais ou financeiras, precisam voltar para casa, ou mudar de cidade… de país… como dói!
Outra situação que não estamos preparados é para perder pessoas que amamos enquanto estamos aqui. Por estarmos literalmente do outro lado do mundo, às vezes fica impossível de ir dar o último adeus. Um dos fatores é a distância, em média a viajem entre Brasil e Austrália dura 2 dias, mas isso pode demorar mais, dependendo do trajeto que você escolheu. Outro fator é o valor da passagem, que é muito cara (tanto para ir, quanto para voltar), e dependendo da sua situação aqui você não vai conseguir pagar. A situação do seu visto também pode ser um impecílio para essa viajem, por exemplo se você estiver no brinding visa, você não pode sair do país.
Aconteceu comigo, mas conheço pessoas próximas que também receberam a triste notícia de que pessoas amadas faleceram como o pai, a irmã, a avó, a prima, o tio, e elas não conseguiram ir para o Brasil para se despedirem. Receberam o apoio aqui dos amigos, que se tornaram sua família deste lado do mundo.
É meus amigos, embarcar nessa aventura que é a Austrália é, sem dúvidas, algo ímpar e maravilhoso, porém temos que estar preparados, ou não, para conviver com todas as consequências que a distância desse paraíso pode nos causar, inclusive a saudade.
Conversamos com o Hugo da GoodDay Education a fim de nos atualizarmos quanto a situação dos estudantes de intercambio frente a pandemia aqui na Austrália. Hugo nos explica como o governo está lidando com a situação dos estudantes que aqui estão e também sugere planos e datas para os estudantes que planejam vir para cá. Qual será o melhor momento para intercâmbio na Austrália, quando aplicar o visto? O que muda nos vistos vigentes?